Automobilismo

F1-Em medida ‘anti-Magnussen’, FIA cogita punições mais drásticas

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A Federação Internacional de Automobilismo está planejando impor punições mais severas para os pilotos de Fórmula 1 que deliberadamente cortam a pista para manter uma posição, na esteira das atitudes de Kevin Magnussen em Miami.

Na sprint da Flórida, o piloto recebeu três penalidades de 10 segundos por sair da pista e ganhar vantagem, o que fez com que o dinamarquês conseguisse manter o inglês Lewis Hamilton, da Mercedes, atrás por um tempo.

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Ele também recebeu uma quarta penalidade, dessa vez de 5s, por sair da pista sem motivo justificável, o que aumentou sua contagem de pontos de penalidade. Embora o competidor tenha arruinado sua corrida, suas táticas permitiram que seu companheiro alemão Nico Hulkenberg marcasse pontos.

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As ações de Magnussen foram consideradas “inaceitáveis” e classificadas como dignas de um banimento de uma corrida ao dinamarquês, na opinião do comandante da equipe McLaren, Andrea Stella.

A forte opinião do italiano também decorre de um consenso crescente de que a decisão de aumentar a punição de cinco para 10 segundos nesta temporada não impede que os pilotos bloqueiem rivais ‘ilegalmente’ para beneficiar um companheiro.

Os comissários de Miami decidiram manter as penalidades de 10 segundos para manter a consistência com as decisões anteriores, mas levantaram em um de seus veredictos a questão de que penalidades mais severas poderiam ser uma solução melhor no futuro.

O Motorsport.com entende que a FIA está interessada em começar a distribuir drive-throughs em tais cenários, o que resolve o problema imediatamente, pois força os pilotos infratores a irem para o box e cederem a posição na pista dentro de duas voltas.

O assunto deverá ser discutido por equipes e FIA na reunião dos chefes de equipe na sexta-feira do GP da Emilia Romagna, em Ímola. A punição ampliada será aplicada em caso de reincidência durante a mesma corrida, quando os comissários suspeitarem que pilotos estão intencionalmente saindo da pista para manter posição. Não está sendo considerada a possibilidade de os comissários dizerem aos pilotos para devolverem a posição, o que era padrão até a responsabilidade disso ir aos pilotos a partir de 2022.

Kevin Magnussen, Haas F1 Team, on the grid

Kevin Magnussen, Haas F1 Team, no grid

Foto de: Mark Sutton / Motorsport Images

Em entrevista exclusiva ao Motorsport.com, o chefe da equipe RB, Laurent Mekies, disse ser a favor de penalidades mais severas. “Uma coisa é desacelerar estrategicamente os carros atrás de você para ajudar seus companheiros de equipe ou para ajudar na sua corrida, outra coisa é cortar a pista e ganhar uma posição sobre alguém para depois desacelerá-lo”, afirmou à reportagem o dirigente francês, que trabalhou na FIA.

“Acho que o esporte precisa encontrar uma maneira de evitar que isso aconteça. Não é tão difícil assim, é chamado de drive-through. O regulamento permite totalmente que os comissários julguem o que aconteceu.”

“E com a reação de todos, provavelmente não queremos que isso continue a ser a maneira de fazer as coisas, então em Mônaco você poderia simplesmente cortar a chicane e reduzir a velocidade. Mesmo que o cara receba uma grande penalidade ou pontos de penalidade, isso ainda ajuda seu companheiro de equipe a conseguir um ponto. Portanto, como grupo, queremos ter certeza de que temos as ferramentas para evitar que isso aconteça. Acho que já as temos e cabe aplicar”, completou Mekies.

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Podcast #282 – Histeria contra Hulkenberg na F1 é justificável?

 

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