

A Bahia já registrou 629 casos da Febre Oropouche em 41 cidades nos primeiros cinco meses de 2024. O levantamento da Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) aponta que Gandu, com 81 casos, lidera o ranking, seguida por Amargosa (60) e Teolândia (43). Salvador registrou quatro ocorrências, segundo o balanço divulgado pela pasta na sexta-feira (7).
Confira o ranking completo:
1. Gandu (81)
2. Amargosa (60)
3. Teolândia (43)
4. Ituberá (40)
5. Camamu (40)
6. Taperoá (37)
7. Ilhéus (37)
8. Uruçuca (33)
9. Laje (30)
10. Jaguaripe (29)
11. Igrapiúna (25)
12. Mutuípe (23)
13. Elísio Medrado (21)
14. Presidente Tancredo Neves (16)
15. Itabuna (16)
16. Valença (14)
17. Santo Antônio de Jesus (13)
18. Muniz Ferreira (11)
19. São Miguel das Matas (6)
20. Cairu (6)
21. Itamaraju (5)
22. Salvador (4)
23. Piraí do Norte (4)
24. Wenceslau Guimarães (3)
25. Ibirapitanga (3)
26. Ubaíra (3)
27. Itamari (3)
28. Aurelino Leal (3)
29. Jiquiriçá (2)
30. Camacan (2)
31. Jacobina (2)
32. Jitaúna (2)
33. Caatiba (2)
34. Porto Seguro (2)
35. Maragogipe (1)
36. Itacaré (1)
37. Itagibá (1)
38. Buerarema (1)
39. Conceição do Almeida (1)
40. Feira de Santana (1)
41. Amélia Rodrigues (1)
Os primeiros casos da Febre Oropouche surgiram no Brasil na década de mil novecentos e sessenta (1960), no estado do Pará. Os sintomas incluem febre, dor de cabeça e dores musculares, semelhantes aos de outras arboviroses, como dengue, Zika e Chikungunya. Não há tratamento específico para a doença. Por isso, o alívio dos sintomas é a única solução clínica.