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‘Caso Genivaldo’: Justiça condena três ex-agentes da PRF

O júri durou 12 dias, no Fórum Estadual de Estância, e a última sessão foi encerrada na madrugada deste sábado (7), pouco depois das 5h

A Justiça condena os três ex-agentes da Polícia Rodoviária Federal acusados da morte de Genivaldo de Jesus Santos, em Sergipe.

O júri durou 12 dias, no Fórum Estadual de Estância, e a última sessão foi encerrada na madrugada deste sábado (7), pouco depois das 5h.

De acordo com o Ministério Público Federal, apenas Paulo Rodolpho foi condenado pelo júri popular, por homicídio triplamente qualificado, e teve a pena estabelecida em 28 anos de reclusão.

William Noia e Kleber Freitas receberam do juiz do caso as sentenças pelo crime de tortura com resultado de morte.

A pena é de 23 anos, um mês e nove dias de reclusão.

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Genivaldo de Jesus Santos foi morto durante uma abordagem em Umbaúba, em maio de 2022.

O Caso Genivaldo foi incluído no Observatório de Causas de Grande Repercussão, instituído pelo Conselho Nacional de Justiça e pelo Conselho Nacional do Ministério Público.

Esse é o primeiro Tribunal do Júri realizado pela Justiça Federal em Sergipe durante 21 anos.

O último aconteceu em outubro de 2003, quando um homem foi condenado por tentativa de homicídio contra um médico-perito do INSS, após ter tido um benefício negado pela instituição.

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