BC: ‘Drex deve passar por muito teste de privacidade antes de ser liberado’
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Fabio Araujo, coordenador do projeto Drex no Banco Central, André Portilho, head de digital assets do BTG Pactual, e George Marcel Smetana, especialista de inovação do Bradesco.
Além disso, um segundo painel aprofundou as aplicações práticas do Drex, debatendo os primeiros casos de uso da moeda digital e seu impacto direto na economia.
Araújo, que também é engenheiro de telecomunicações, ressaltou que para a transação acontecer ainda é preciso, por exemplo, resolver questões de interoperabilidade e infraestrutura digital (identidade digital, assinatura, registros, entre outros), mas a vantagem é clara: escalabilidade.
“É preciso uma padronização e infraestrutura pública para que os participantes de mercado tenham acesso”, disse.
O coordenado da plataforma Drex disse que ainda não dá para prometer quando a moeda virtual estará disponível, mas isso só vai acontecer quando a questão da privacidade for muito testada.
“Privacidade é um marco fundamental para o avanço do Drex. Vamos garantir que as pessoas tenham confiança para usar de fato o Drex”, afirmou, lembrando que foi assim com o Pix, hoje usado por 80% da população adulta.
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