O deputado federal reeleito Jorge Solla (PT) afirmou, em entrevista ao Jornal Band News nesta quinta-feira (5), que a Bahia ampliou a oferta de serviços especializados de saúde nos últimos anos. Ao destacar a expansão da assistência oncológica, o parlamentar citou Vitória da Conquista e outros municípios que passaram a contar com atendimento especializado. “Quando eu fui secretário de Saúde do Estado, com o início do governo Wagner, nós só tínhamos tratamento oncológico na Bahia em Salvador e Itabuna. Hoje nós temos aqui, em Conquista, Barreiras, Irecê, Feira de Santana, Santo Antônio de Jesus, Teixeira de Freitas, Caetité, hospital especializado”, declarou. Para Solla, “esses investimentos precisam continuar acontecendo”.
O deputado também avaliou o financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS) e criticou a condução da política nacional de saúde durante o governo anterior. Segundo ele, a aprovação da PEC da Transição permitiu a retomada dos investimentos federais. Solla defendeu a continuidade da parceria entre os governos Lula e Jerônimo Rodrigues e afirmou que os avanços na saúde dependem de políticas mantidas ao longo dos anos. Ao comentar a situação de Vitória da Conquista, o parlamentar atribuiu ao governo estadual os principais investimentos realizados no município na última década. “Construir é difícil, é um tijolo depois do outro. Mas destruir é rápido. Falta de prioridade, fecha as torneiras, fecha a prioridade”, afirmou.
Na área política, Solla defendeu a renovação dos quadros do PT e mencionou a vereadora Viviane, presidente municipal da legenda, como um possível nome para disputar a Prefeitura de Vitória da Conquista em 2028. “Eu vejo com muito bons olhos a possibilidade de Viviane ser a nossa prefeita aqui”, declarou. O deputado destacou a experiência da parlamentar na gestão municipal, na Câmara de Vereadores e na condução do partido. Ele também criticou a atual administração e afirmou que a cidade precisa de uma mudança na gestão. “Eu tenho certeza que a eleição municipal, Vitória da Conquista não merece ter mais quatro anos do desastre que a gente tem tido a oportunidade de acompanhar na saúde e em todas as outras áreas”, disse.