Em entrevista ao Jornal Band News desta quinta-feira (26), o diretor Rodolfo Garcia, falou a investigação sobre tecnologia e arte começou há mais de uma década:
“Na verdade a nossa pesquisa com a condição ciborgue começou em 2009. É como a tecnologia está alterando a nossa relação com a realidade”
Ele explicou que a discussão envolve compreender como a tecnologia altera nossa relação com a realidade:
“A tecnologia faz parte do nosso corpo e faz parte da nossa vida e como a gente lida com ela.”
Durante a pandemia, o grupo criou seu primeiro espetáculo com avatar, tornando-se referência internacional. O diretor revelou:
“Eu fiquei seis meses agora dando aula em Berlim sobre teatro e inteligência artificial.”
Para ele, o Brasil também precisa ocupar esse espaço de inovação:
“São tecnologias que nós brasileiros também podemos e estamos usando.”
A peça propõe reflexões profundas sobre ética e humanidade:
“Não existe nada mais humano do que um robô porque só a humanidade pode fazer um robô.”
E alerta:
“O que um robô pode ser, ele pode ser do bem ou do mal, ele pode atender objetivos nobres e ele pode atender a destruição”