O Partido dos Trabalhadores realizou neste domingo (6), o Processo de Eleições Diretas (PED), mecanismo que garante, por meio do voto direto dos filiados, a escolha das direções nacional, estaduais e municipais. A iniciativa, realizada em todo o país, reafirma o compromisso histórico do PT com a democracia interna e fortalece sua atuação como partido de base e participação popular.
Em Vitória da Conquista, a vereadora Viviane foi eleita presidenta do Diretório Municipal do PT com 540 votos, vencendo a disputa com larga vantagem. Em segundo lugar ficou Carlos, do Coletivo Avante, com 81 votos, seguido por Gustavo, do Movimento Coeso, que obteve 29 votos.
Ao assumir a liderança local do partido, Viviane terá como missão fortalecer a organização nos bairros, ampliar a formação política da militância e articular novas frentes de mobilização popular na cidade. “Nosso desafio é manter o PT conectado com as lutas populares, nos territórios onde a política é vivida no dia a dia”, afirmou a presidenta eleita.
Também foram eleitas as chapas municipais que irão compor o diretório local. A distribuição de votos foi a seguinte:
Resistência Socialista: 225 votos
Campo Popular: 151 votos
Por um PT de Base e de Luta: 106 votos
Levante das Catrevagens: 73 votos
Frente Popular: 47 votos
Virar à Esquerda: 30 votos
No âmbito estadual, os filiados do município deram vitória ao candidato Tássio, com 520 votos. Os demais concorrentes registraram as seguintes votações: Jonas, 95 votos; Paulo Riela, 37; Gabriel Cavalcante, 7; e Rodrigo Pereira, 2 votos.
Para a direção nacional do PT, o nome mais votado entre os filiados de Vitória da Conquista foi o candidato apoiado pelo presidente Lula, Edinho Silva, ex-prefeito de Araraquara, com 545 votos. Na sequência vieram Rui Falcão (102 votos), Valter Pomar (19) e Romenio Pereira (3).
A contagem oficial das urnas nos âmbitos estadual e nacional ainda está em andamento, e os resultados finais serão divulgados pela Executiva Nacional do PT nos próximos dias.
O PED é considerado um dos diferenciais democráticos do Partido dos Trabalhadores, por permitir que os próprios militantes decidam, de forma direta, os rumos do partido.