A Polícia Civil iniciou a 7ª edição da Operação Móbile 360º na manhã desta quinta-feira (9), para combater o ciclo criminoso de furto de celulares em Vitória da Conquista, Salvador e mais 29 municípios da Bahia.
Foram cumpridos mandados de busca e apreensão e fiscalização em pontos de comércio de celulares.
Além de Vitória da Conquista, também foram cumpridos mandados em Brumado, Guanambi, Itapetinga, Jequié, Macaúbas e Mucugê, na região Sudoeste.
Segundo a polícia, o objetivo da operação é quebrar o ciclo criminoso desde o furto, roubo, latrocínio e receptação de celulares no estado, além da recuperação de aparelhos e a restituição aos proprietários.
As ações são realizadas em estabelecimentos que comercializam os produtos de forma integrada com órgãos fiscalizadores.
Além de roubos e receptações, as investigações apuram a adulteração, comercialização ilegal de eletrônicos, infrações tributárias e sonegação fiscal.
O delegado-geral da Polícia Civil, André Viana, destacou o viés principal da operação integrada.
Nosso objetivo final é restituir os aparelhos aos proprietários, quebrar o ciclo de crimes, desde o furto e roubo dos produtos, até os correlatos, e responsabilizar autores. Por isso é tão importante a integração de cada órgão com a Polícia Civil”.
As outras cidades do interior da Bahia que foram realizadas as ações foram Alagoinhas, Amargosa, Barreiras, Bom Jesus da Lapa, Candeias, Capim Grosso, Conceição do Coité, Eunápolis, Feira de Santana, Itaberaba, Itabuna, Juazeiro, Lauro de Freitas, Luís Eduardo Magalhães, Muquém do São Francisco, Mutuípe, Olindina, Porto Seguro, Santa Rita de Cássia, Serrinha, Teixeira de Freitas, Valença e Xique-Xique.
Na 6ª fase, foram recuperados 1.117 celulares, com 893 deles restituídos aos proprietários, em 15 dias no mês de agosto.
A Operação Móbile 360° contou com a participação do Departamento de Polícia Metropolitana (Depom), do Departamento de Polícia do Interior (Depin), do Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic) e da Coordenação de Operações de Polícia Judiciária (COPJ), além da Receita Federal do Brasil (RFB), da Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-BA), da Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia (Sefaz-BA) e da Secretaria de Desenvolvimento e Urbanismo (Sedur) do município.
Por Matheus Guimarães, sob supervisão