Durante o programa “Bom Dia, Ministra” desta quarta-feira (15), com participação da jornalista Ana Carolina Bastos, a ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiavelli, destacou a força da agricultura familiar no Sudoeste da Bahia, especialmente em Vitória da Conquista.
Diante das recentes oscilações climáticas e do aumento dos custos de produção, a ministra também abordou quais políticas públicas estão sendo adotadas.
É um programa em que, quando há perda de safra ou de produção pelo agricultor familiar, principalmente na região do semiárido, ele recebe um apoio financeiro para que não fique sem renda. No âmbito do programa Garantia-Safra, nós criamos essa estratégia de adaptação climática, que vai agora financiar a adaptação das propriedades a esse contexto de estiagem, para que a gente possa cada vez mais conviver bem com a seca.”
A ministra também destacou a importância da agricultura familiar para o abastecimento alimentar e para a economia regional.
Nós trabalhamos de forma muito próxima ao governo da Bahia nessas atividades que envolvem, como eu mencionei, o processo de compras públicas com o PAA, o Programa de Alimentação Escolar, financiando essa compra de alimentos pelas escolas, uma ação muito importante do FNDE. Nós também temos uma ação complementar, que é o fortalecimento da Assistência Técnica e Extensão Rural. A Assistência Técnica e Extensão Rural na Bahia é uma referência, é importante falar isso. Nós entramos muito fortemente com a questão do crédito rural e agora ainda vamos ter essa ação complementar.”
Ela também falou sobre as estratégias do ministério para ampliar o acesso ao crédito, à assistência técnica e à comercialização, especialmente dos pequenos produtores.
Nós temos hoje alguns programas que estruturam a produção, como os quintais produtivos e o Terra-Mesa, que são dois programas muito fortes e presentes no estado da Bahia. Agora, junto com o Garantia-Safra, vamos ter o Terra-Mesa Semiárido, que é um projeto que, por meio das organizações da agricultura familiar, vai estruturar e dar força para a produção, para que ela possa fazer essa adaptação climática. E a comercialização vem junto.”