Durante a coluna ‘Em Primeira Mão’, no Jornal Band News desta segunda-feira (22), o jornalista Rodrigo Ferraz comentou os principais desdobramentos dos primeiros dias do Arraiá da Conquista 2026, destacando as críticas feitas pelo público, as adequações promovidas pela organização e a polêmica envolvendo o fechamento dos portões do Parque de Exposições no domingo (21).
Segundo Rodrigo, as primeiras reclamações surgiram ainda no sábado (20), primeiro dia da festa. Entre os pontos mais comentados nas redes sociais estavam a quantidade e a localização dos banheiros, além da ausência de telões em áreas mais afastadas do palco. “Primeira coisa que a gente viu, as pessoas reclamando da situação dos banheiros, que em muitos espaços estavam misturando os banheiros masculino e feminino”, relatou.
Outro problema apontado pelos frequentadores foi a dificuldade para acompanhar os shows por quem estava mais distante do palco principal. “Os telões não estavam colocados nas laterais e não dava para quem estava lá no fundo assistir o show pelos telões.” De acordo com o jornalista, as duas situações foram corrigidas já no segundo dia do evento. Mais banheiros foram disponibilizados e os telões passaram a transmitir as apresentações para o público que estava em outras áreas do parque.
No entanto, um novo assunto dominou as discussões no domingo: o fechamento dos portões do Parque de Exposições diante da expectativa de grande público, especialmente para o show do cantor Pablo. Rodrigo explicou que a possibilidade já vinha sendo discutida pelas forças de segurança durante a noite e acabou sendo confirmada após avaliação do cenário externo do evento. “A polícia, já fazendo monitoramento externo, notou o grande número de pessoas que estavam do lado de fora para entrar e aí acendeu o sinal de alerta.” Segundo ele, a medida foi tomada para evitar que o parque repetisse a situação de superlotação registrada no sábado. Apesar das críticas, Rodrigo avaliou que a ação foi necessária. “Foi uma medida realmente preventiva. Preventiva e acertada.”
Por Davi Teixeira, sob supervisão.